Militantes do PT agridem José Serra e apedrejam van

“Estamos sendo pagos para isso, para dar porrada”:

viaMilitantes do PT agridem José Serra e apedrejam van.

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Os nazistas estão nas ruas!

Antes do texto em si, falo eu: petistas são a maior escória moral já parida no esgoto da política brasileira. Se este fosse um país sério, não lhes seria permitido dar bom dia a ninguém. Tudo o que fazem visa não mais que e tão somente a conquista e permanência no poder para perpetuar seus planos milenaristas. São gente perigosa: cultivam uma mentalidade revolucionária, que gente como Joseph Gabel, por exemplo – não confundir com Goebbels -, já identificou como patológica.
 
R Plácido

Quando aquele grupo de fascistas foi constranger os donos da gráfica Pana — que imprimia o material da Diocese de Guarulhos e que também havia trabalhado para petistas —, afirmei que as tropas de assalto dos nazistas estavam nas ruas; comparei a ação do grupo aos métodos da Sturmabteilung, a SA de Ernst Röhm, do tempo em que o nazismo não havia ainda se profissionalizado. Exagero? Eu apenas submeto a uma projeção aquilo que no petismo é ainda incipiente, imaginando, a partir de dados que eles próprios me fornecem , até onde podem chegar.

Hoje, um destacamento da Sturmabteilung (SA) agrediu o tucano José Serra. Agressão física mesmo! O candidato caminhava com partidários e aliados pelo calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, quando se deparou com um grupo de militantes petistas, organizado com a finalidade exclusiva de constranger os tucanos e lhes tirar o direito constitucional de ir e vir. O pessoal da SA tentou impedir a passagem da social-democracia. Houve enfrentamento. Uma bobina de papel atingiu a cabeça de Serra, que chegou a ficar um pouco zonzo e teve de ser atendido no hospital Sorocaba. Pedras foram lançadas contra o grupo, que era acompanhado por repórter que cobriam a caminhada.

Quem é o (i)rresponsável por isso? Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da República, cuja retórica de palanque simula uma guerra. Foi ele que, ao abandonar qualquer princípio de decoro a que sua condição obriga, ao renunciar à liturgia própria do cargo para se dedicar à campanha eleitoral mais rasteira, arrastou a disputa para o confronto de rua. Com uma diferença: só os seus brutamontes agridem.

Hoje, exercendo o seu papel predileto, o de vítima, Lula anunciou que a Polícia Federal está investigando ligações de telemarketing contra Dilma. Espero que a PF não esteja, também ela, a serviço do PT. Ou Lula não vai pedir que a polícia investigue os panfletos apócrifos contra Mônica Serra encontrados no QG petista?

Recorrendo à única metáfora em que consegue se expressar com alguma clareza teórica, afirmou: “O jogador que quer disputar um título mundial, ele não vai ficar rebolando dentro do campo. Ele vai jogar para marcar gol. Ele vai tirar a bola do adversário. Agora, isso tem de ser feito, mas o baixo nível que a campanha está tomando é uma coisa”. Não sei o que quer dizer direito, mas o certo é que esse jogo não supõe tentar quebrar a cabeça do adversário.

A retórica do presidente sempre foi e continua a ser a de um chefe de facção. E sua tropa de choque está nas ruas obedecendo, na prática, ao comando do chefe.

Por Reinaldo Azevedo

Raped girl, 13, stoned to death

Mogadishu – A 13-year-old girl who said she had been raped was stoned to death in Somalia after being accused of adultery by Islamic militants, a human rights group said.

Dozens of men stoned Aisha Ibrahim Duhulow to death on October 27 in a stadium packed with 1 000 spectators in the southern port city of Kismayo, Amnesty International and Somali media reported, citing witnesses.

The Islamic militia in charge of Kismayo had accused her of adultery after she reported that three men had raped her, the rights group said.

Initial local media reports said Duhulow was 23, but her father told Amnesty International she was 13.

Some of the Somali journalists who first reported the killing later told Amnesty International that they had reported she was 23 based upon her physical appearance.

‘Horrendous death’

Calls to Somali government officials and the local administration in Kismayo rang unanswered on Saturday.

"This child suffered a horrendous death at the behest of the armed opposition groups who currently control Kismayo," David Copeman, Amnesty International’s Somalia campaigner, said in a statement on Friday.

Somalia is among the world’s most violent and impoverished countries. The nation of some 8 million people has not had a functioning government since warlords overthrew a dictator in 1991 then turned on each other.

A quarter of Somali children die before age 5; nearly every public institution has collapsed. Fighting is a daily occurrence, with violent deaths reported nearly every day.

Al-Qaeda ties

Islamic militants with ties to al-Qaeda have been battling the government and its Ethiopian allies since their combined forces pushed the Islamists from the capital in December 2006.

Within weeks of being driven out, the Islamists launched an insurgency that has killed thousands of civilians.

In recent months, the militants appear to be gaining strength.

The group has taken over the port of Kismayo, Somalia’s third-largest city, and dismantled pro-government roadblocks.

They also effectively closed the Mogadishu airport by threatening to attack any plane using it.

– AP