Parada gay: fazendo farra com os números

Do site do Julio Severo:

Em reação ao artigo Parada gay de São Paulo teve 3 milhões e meio de participantes? no meu blog, recebi mensagem debochada do ativista homossexual Deco Ribeiro em defesa desse cálculo exagerado de participantes na parada.

De acordo com Jael Savelli, Deco é mentor e coordenador do programa “Projeto Escola Jovem”, que está sendo implantado pelo governo federal na rede pública de ensino. Um exemplo desse tipo de programa é o formulário invasivo e imoral submetido a alunos das escolas públicas municipais em São Caetano do Sul, SP, onde crianças entre 6 e 10 anos foram interrogadas sobre suas preferências sexuais. Entre as muitas perguntas sexuais, as crianças tiveram de responder se eram hetero ou homossexuais.

A atitude de deboche dos ativistas homossexuais não espanta, pois tem tudo a ver com seu hábito de inventar, manipular e distorcer informações, dados e estatísticas envolvendo as questões homossexuais.

O exagero é uma enfermidade generalizada no movimento homossexual. Enquanto são assassinados milhares de homens, mulheres e crianças por mês no Brasil, basta que um único homossexual seja assassinado por qualquer motivo para que os ativistas apareçam para imediatamente tentar colar a etiqueta de “crime de homofobia, preconceito e discriminação” ao caso e transformar o episódio em oportunidade para ganhar direitos e avançar a agenda homossexual. Um exemplo ainda mais dramático e gritante é que 200 mil cristãos em todo o mundo são martirizados por ano por serem fiéis à pessoa de Jesus Cristo, mas os holofotes da mídia esquerdista estão focalizados exclusivamente no pequeno número de homens viciados em homossexualismo, os quais futilmente expõem suas vidas a muitos riscos desnecessários em troca apenas da satisfação imediata do sexo homossexual.

Ainda sobre o número mega-inflacionado de participantes da parada gay, Carlos Vendramini diz o seguinte:

Duvido muito que em algum momento o número tenha chegado a 550 mil pessoas realmente. Duvido mesmo. Isso seria verdade se a Paulista TODA estivesse lotada em um determinado momento. Pelo que vi em alguns vídeos em matérias de telejornais isso não ocorreu.

Vendramini tem razão. É realmente impossível que a parada gay de São Paulo tenha reunido 3,5 milhões de pessoas. Até o colunista social Tutty Vasques notou:

São Paulo tem mais gays do que usuários do metrô. Pelos últimos cálculos da imprensa, são 3 milhões de usuários de metrô contra 3,5 milhões de gays.

A pesquisadora Jael Savelli também comenta sobre tal impossibilidade:

Normalmente, o cálculo do número de participantes em um espetáculo público é feito estaticamente e no momento apoteótico do espetáculo: por exemplo, o público de uma partida de futebol no Maracanã (estático), ao longo do primeiro tempo (normalmente, o de maior pique); pessoas assistindo ao reveillon em Copacabana, acampadas na praia (estático) aguardando a explosão dos fogos que estão em balsas também estáticas (momento apoteótico).

No limite recomendável para a segurança física dos participantes, a superlotação humana viável na Avenida Paulista seria de 550 mil pessoas.

Então, no momento culminante do espetáculo, seria este o número máximo admissível de pessoas concentradas na Avenida Paulista.

A propósito, como foram feitos estes cálculos dos 3,5 mega participantes? Que metodologia foi utilizada?

Outra análise interessante vem de Gerson Faria. Ele diz, se fosse verdade que havia ali mais de três milhões de pessoas:

Fazendo-se as contas, 32% da população da cidade de São Paulo teria participado da parada gay e estava no perímetro da Paulista e Consolação, o que é uma mentira deslavada!!!

A Paulista possui uma área bruta de 74.000 m2 enquanto a Consolação possui aproximadamente 50.000 m2. Comprove via Google Earth, se quiser.

Para comportar 3,5 milhões nesse espaço, teríamos que ter aproximadamente 30 pessoas por m2 em ambas as avenidas. Eu sei que os gays gostam de se espremer em locais apertados, mas nesse caso precisaríamos 5 andares de gays se espremendo. Para se ter uma idéia de densidade humana, o metrô de SP na máxima lotação comporta 8 pessoas por m2. É obviamente uma grosseira desinformação da mídia e de quem mais divulgou isso como verdade.

principal acesso à Av. Paulista para quem vai à passeatas é feito de metrô. A Companhia do Metropolitano afirma que o fluxo diário médio de toda a rede é de 2,8 milhões de passageiros . Se fosse verdade essa patacoada gay, o metrô teria experimentado nesse dia uma densidade no mínimo 4 vezes maior de pessoas, dado que o fluxo total de passageiros em 18 horas teria ocorrido em apenas 6 horas. E todo esse contingente que utiliza diariamente as 57 estações do metrô desembocaria nas 4 ou 5 estações do percurso da Av. Paulista. Seria o caos completo do sistema, o que claramente não houve. E mais, pelas fotos vemos que a densidade média não ultrapassou 1/2 pessoa por metro quadrado, no máximo.

Ainda segundo o metrô, no documento “Comunicação: Padrões na operação de sistemas confinados de transporte de massa”, é afirmado que:

Nível “F” (mais de 5,0 pessoas/m2)

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